9 de nov. de 2009

Leitura atual



Esta é uma leitura indispensável para acabarmos com alguns preconceitos que ainda existem dentro de cada um de nós. Uns têm um pouco mais, outros um pouco menos, mas todos ainda temos algum tipo de preconceito. A sociedade brasileira ainda é cheia de preconceitos, por mais que tentem negar ele ainda existe.

"Quando a sociedade estabeleceu um modelo de normalidade, criou uma guerra antropológica com a natureza humana.
  A diversidade natural é real e em torno dela age a funcionalidade da ecologia, que trabalha em favor do progresso pessoal de todos.
  Cada um de nós é único, com um temperamento original relativo as necessidades assenciais do progresso pessoal e coletivo. quem resove seguir o modelo se ilude bloqueando a expressão sua alma, criando insegurança, doença, desilusão e sofrimento.
  Os iludidos dão mais importâcia às aparências do que à verdade que prioriza os valores eternos do espírito.
  Servos do mundo, sofrem o mundo.
  Em razão disso, quem assume sua verdade e age de acordo com os valores da Vida, mesmo sofrendo o preconceito e pagando O PREÇO DE SER DIFERENTE, passa credibilidade, obtem respeito e se realiza.
  Porém os escravos do preconceito estão se candidatando no futuro a esperimentar as mesmas experiências que criticaram, afim de aprender a conviver com as diferenças.
  FRATERNIDADE é o resultado da capacidade de apreciar as diferenças."

Luiz Gasparetto

Domingo no Parque


  Um Domingo de sol quente em São Paulo, todo mundo nas ruas, os bares cheios, cerveja gelada nas mesas para refrescar, criançada na rua correndo, jogando bola. algumas pessoas saindo para passear, umas em shopings outras em parques. Este era o meu caso.
  Fomos eu, minha esposa e dois sobrinhos, um de um ano e meio e uma de cinco anos. No centro da cidade tinha acontecido uma parada gay, o parque ficava próxima aonde tinha acontecido o evento, por isso ele estava cheio, crianças, jovens, idosos. Como a passeata já tinha terminado, tinha muita gente que tinham participado dela no parque. Até ai normal, não tenho nenhum preconceito, temos o nosso livre arbítrio, o direito de ir e vir, existe a liberdade de expressão, cada um é livre para fazer o que quiser. Desde que respeite os outros que estão a sua volta.
  Uma passeata desta, é bom para que as pessoas se expressem, lutem por um ideal, contra o preconceito que ainda é muito grande em nosso país, não só em relação a opção sexual mas em relação a tudo, cor, raça, religião, até jeito de se vestir e muitos outros tipos de preconceitos que ainda existe.
   O problema é que enquanto algumas pessoas tentam acabar com o preconceito e melhorar a imagem delas, outras acabam estragando.
   Enquanto passeava no parque, vi pessoas fazendo cenas que não eram apropriadas para nenhuma criança ver. Um garoto sentado no colo do outro, dando beijos, chupadas, pegando em partes íntimas, sem nenhum constrangimento, na frente de todo mundo. Não é porque eles eram um casal homosexual não, para qualquer outro tipo de casal também não pegaria bem, porque o parque é frequentado principalmente por crianças. Também vi um grupo de meninas de uns onze anos de idade gritando palavrões, até fumando, com a maior naturalidade. Mas também vi muito casal homosexual namorando e se comportando, sem chamar a atenção.
   Não sou antiquado, nem moralista, acho apenas que as pessoas deveriam respeitar-se um pouco mais.
   Em toda e qualquer manifestação, cujo objetivo é lutar por uma causa, um ideal, o que deve prevalecer é o respeito a seus semelhantes, o respeito as pessoas que estão participando e das que não estão. o direito de ir e vir. Para que o ato seja levado a sério e as pessoas possam acreditar  mais em seus ideais.
  

2 de nov. de 2009

Espiritismo


Espiritismo

O Espiritismo se baseia na crença de que as almas desencarnadas podem manter contato com o mundo dos vivos, transmitindo ensinamentos úteis ao aprimoramento moral e espiritual da humanidade. Para se comunicar com os vivos, os espíritos desencarnados utilizam-se do médium, que "empresta" seu corpo ou sua voz para esta finalidade.

Na verdade, as tentativas de se estabelecer contato com os mortos remontam aos primórdios da civilização humana, mas foi somente na segunda metade do século 19 que o Espiritismo se estruturou como uma doutrina.

O grande responsável pela codificação dessa crença foi Allan Kardec, autor de Livre des Esprits (O Livro dos Espíritos), lançado em 1853. O nome verdadeiro de Kardec era Léon Hippolyte Denizard Rivail (1804-1869). Juntamente com outros estudiosos do tema, dentre os quais se destacaram os teóricos Camille Flammarion, Frederick Myers, Andrew Jackson Davies e Charles Richet, ele elaborou os princípios fundamentais do Espiritismo, que são: 1. Espíritos Imperfeitos
Essa categoria inclui os "espíritos impuros", os "espíritos levianos", os "espíritos pseudo-sábios" (que semeiam enganos), os "espíritos neutros" e os "espíritos perturbadores" (também chamados de "brincalhões").

2. Espíritos Bons
Aqui estão incluídos os "espíritos benévolos", os "espíritos sábios", os "espíritos de sabedoria" e os "espíritos superiores".

3. Espíritos Puros
Pertencem a uma categoria única. Desta classe, fazem parte os grandes mestres da Humanidade.

Conheça algumas expressões-chaves da Doutrina Espírita:

Ectoplasma: Substância de origem psíquica que emana do corpo do médium. Pode ser visível para quem tem o dom da vidência. É por meio dessa substância que os espíritos operam no mundo material.

Guias: No Espiritismo, existem os "guias" ou "espíritos de luz", que estão num estágio de aperfeiçoamento bastante avançado. Eles nos trazem conselhos e orientações de ordem material. Pertencem à classe dos "espíritos bons".
Incorporação: Faculdade mediúnica em que o espírito desencarnado ocupa momentaneamente o corpo do médium, valendo-se desse recurso para desempenhar seu trabalho no mundo dos vivos.

Materialização: Corporificação, total ou parcial, do espírito desencarnado. Ocorre quando o ectoplasma se condensa. É o que acontece, por exemplo, quando o espírito de alguém que já faleceu torna-se momentaneamente visível.

Mediunidade: Faculdade latente em todos os indivíduos, que permite a uma pessoa servir de canal de comunicação ou manifestação para os espíritos desencarnados. A mediunidade se divide em duas principais categorias: a mediunidade física, da qual fazem parte a capacidade de materialização e a incorporação de espíritos de médicos, dentre outras manifestações; e a mediunidade intelectual, que inclui a Psicografia, por exemplo.

Psicografia: Faculdade manifestada por alguns médiuns, que escrevem mensagens enviadas pelos espíritos desencarnados. Durante o processo, o médium não tem consciência do que está escrevendo - em geral, ele permanece com os olhos fechados -, e as mensagens recebidas costumam apresentar teor elucidativo. É um dos trabalhos mais procurados nos centros espíritas, por pessoas que perderam entes queridos e que desejam saber como eles estão vivendo no outro plano. Também existem muitas obras psicografadas na literatura espírita, que foram "ditadas" pelos espíritos de luz.

Copiado de um blog sobre espiritismo